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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Rio de Janeiro CUIDADO PARA OLHE a terra das balas perdidas.



No Rio de Janeiro o povo está abandonado, pessoas morrendo todos os dias, uma verdadeira guerra.

O "desgoverno" do Sérgio Cabral é um CAOS, um fracasso em todos os setores, na área de segurança pública idem, todos os indices de violência vem aumentando mês a mês.

Pais, mães e filhos chorando a morte de seus familiares.
Até quando ?

O Rio de Janeiro em guerra.


O Rio de Janeiro em guerra, e Sérgio Cabral ainda diz que entende de segurança pública.

Matéria Jornal o Dia.

Operação em favelas da Zona Norte termina com três mortos

Em Ipanema, bandidos explodiram granadas artesanais durante operação do Bope

Rio - Três bandidos morreram, na manhã desta quarta-feira, durante operação de cinco batalhões no complexo de favelas na região do morro do Juramento, na Zona Norte do Rio. Um homem foi preso e farto material foi apreendido. A intensa troca de tiros com traficantes voltou a assustar moradores da região. Apesar do clima tenso, escolas e comércio funcionam normalmente.

Soldados do 9º BPM (Rocha Miranda), 14º BPM (Bangu), 18º BPM (Jacarepaguá), 27º BPM (Santa Cruz) e 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) chegaram ao morro do Juramento, da Serrinha e São José da Pedra às 6h.

Traficantes reagiram a tiros e muitos fugiram para favelas da região. Os PMs então cercaram os acessos dos morros nos bairros de Vicente de Carvalho, Tomás Coelho e Madureira.

Três bandidos que ainda não foram identificados foram baleados no morro da Serrinha e levados para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, onde morreram.

De acordo com as primeiras informações da polícia, foram apreendidos uma metralhadora 9mm, dois fuzis 7,62, um fuzil HK556, uma espingarda calibre 12, duas pistolas, material entorpecente ainda não contabilizado, carregadores, rádios de comunicação, fogos de artifício, material para endolação, várias camisas pretas, um casaco camuflado do Exército e dois cadernos de anotações do tráfico. O caso foi registrado na 29ª DP (Madureira).

Denúncia de corpos no alto do morro

A operação acabou às 10h. Desde as 3h, os PMs estavam concentrados nos batalhões aguardando a ordem dos comandantes para iniciar a ocupação, que contou com o auxílio de três blindados. Moradores teriam informado a PM que oito corpos estariam no alto do morro do Juramento.

Desde a última sexta-feira, um grupo de cerca de 100 traficantes do Complexo do Alemão vem tentando invadir a comunidade do Juramento para tomar os pontos de venda de drogas. Na sexta à noite, policiais do 9º BPM (Rocha Miranda) que passavam pelo local em uma viatura flagraram os bandidos e foram alvejados. Cinco PMs foram baleados.

Há cinco dias, a região é alvo de constantes trocas de tiros entre bandidos rivais. Moradores têm evitado dormir em suas casas e motoristas já voltaram na contra-mão em vias próximas para escapar das balas traçantes. O policiamento está reforçado. O Batalhão de Operações Especiais da PM, o Bope, está em alerta para possível intervenção.

Explosão de bombas em operação do Bope em Ipanema

Cerca de 35 soldados do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) fizeram operação, entre 5h e 9h30 desta quarta-feira, nas favelas Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Ipanema, Zona Sul. Bandidos explodiram bombas de fabricação caseira, o que assutou moradores da região. Não há informações de confrontos, feridos ou presos.

Policiais do Grupamento de Policiamento em Áreas Especias (Gpae) informaram que o objetivo da incursão foi mapear os principais acessos à comunidade

Por medida de segurança, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram paralisadas nas duas favelas. Os operários já voltaram a trabalhar no Ciep do Cantagalo.

Policiais e funcionários da Light atacados a tiros na Penha Circular

Traficantes fazem disparos no momento em que as equipes apuravam uma denúncia de furto de energia no Melo Tênis Clube

Rio - Policiais da Delegacia de Serviços Delegados (DDSD) e funcionários da Light foram atacados a tiros por bandidos do Morro da Fé, nesta quarta-feira, quando apuravam uma denúncia de furto de energia nas dependências do Melo Tênis Clube, na Penha Circular, Zona Norte do Rio.

Piada do dia do Blog do Garotinho



Blog do Garotinho

Ao sair do Maracanãzinho, depois das vaias, Cabral disse ao jornal O GLOBO com a maior desfaçatez: “Eu nunca fui vaiado na vida.

Só em evento com Lindberg.

Não entendo isso”.

Ah! Coitado! Deve estar com problemas de memória. Este ano já levou vaias em cerimônias, de bombeiros, de policiais militares, de artistas, de servidores públicos, até do povo presente à festa do Teatro Municipal, sem contar do povo interior.

Em nenhuma dessas, o prefeito Lindberg Farias estava presente.

Sérgio Cabral o "rei" das VAIAS, onde vai é VAIADO.




RICARDO GAMA

Sérgio Cabral é VAIADO onde quer que vá, isso é um vexame para qualquer político.

Mas as VIAS do Cabral são apenas um resultado do que ele fez como governador, ou seja, NADA.

Se o Sérgio Cabral tivesse trabalhado, e não viajado pelo mundo, se tivesse tratados os professores com respeito, se não tivesse xingado os médicos, se tivesse respeitado os PM'S e se tivesse ao menos cumprido as suas promessas de campanhas, com certeza hoje em vez de VAIAS, receberia APLAUSOS.

Que as VAIAS de Cabral sirvam de lição aos outros políticos existentes Brasil a fora, e para aquele que almejam ser governador do RJ.

O povo estará atento, principalmente com as promessas dos candidatos.

BASTA DE PINÓQUIO E 171 ELEITORAL !!!

FORA SÉRGIO CABRAL




Ex-blog do Cesar Maia:

AS VAIAS NO CABRAL! DESSE JEITO LULA NÃO VEM MAIS AQUI!

1. As vaias começaram em março. Ainda dispersas, mas crescentes. Nas últimas semanas cresceram e ganharam retumbância. Assim foi em Nova Iguaçu e agora no Maracanãzinho. E sempre com Lula a tiracolo para amortecer. Mas não conseguiu. Afinal, Lula se lembra do Maracanã na abertura do PAN-07 e não quer mais sentir aquele desconforto.

2. (Globo-on, 01/09) Cabral é vaiado em evento de formatura de jovens beneficiários do Bolsa Família no Rio, no Maracanãzinho. O governador Sérgio Cabral (PMDB), foi recebido com vaias por militantes da UNE e formandos da Baixada Fluminense. Cabral não escondeu a contrariedade e durante boa parte do evento ficou com a cara fechada.

3. Não é justo politicamente ou socialmente correto num evento como este as divergências políticas se manifestarem com vaias. Amanhã os jornais só vão dizer que vaiaram, mas não a importância desse evento, disse Lula.

Batidão liberado: Alerj aprova as Leis do Funk

Vídeo feito por Ricardo Gama no dia 01/08/2009 em frente a ALERJ, horas antes da lei ser derrubada.



Enfim alguém no Estado do Rio de Janeiro toma uma atitude certa e coerente.

O funk é cultura, é forma de se expressar, se alguém abusar deste direito e garantia que responda pelos seus atos.

Não se pode generalizar, como no funk tem se os bons e os maus, mais isso é em todos os lugares.

Viva o funk !!!
Viva a liberdade de expressão !!!
Não a censura !!!


Matéria do Jornal o Dia on line

Batidão liberado: Alerj aprova as Leis do Funk

Deputados põem fim a restrições a bailes e a raves, que precisavam de autorização da polícia

Rio - Com as galerias da Assembleia Legislativa lotadas, os deputados aprovaram ontem à noite, por unanimidade, as leis que definem o funk como movimento da cultura popular e permitem a realização de bailes nas favelas do estado sem prévia autorização da Secretaria Estadual de Segurança. A permissão também vale para festas rave. Os textos seguem agora para sanção do governador Sérgio Cabral, que tem 15 dias para dar o seu parecer.

“Não há dúvida de que são as maiores conquistas da História do batidão. Somos agentes culturais, e não marginais”, desabafa MC Leonardo, 34 anos, presidente da Associação de Profissionais e Amigos do Funk (Apafunk). Os deputados Marcelo Freixo (PSOL) e Wagner Montes (PDT), autores do projeto que torna o funk movimento popular, esperam que o governo assegure as manifestações, como festas, bailes e reuniões, sem interferência ou regras discriminatórias.

Assim que terminou a votação, 300 pessoas saíram em carreata até o Circo Voador, na Lapa, ao som de funk, para comemorar. “Essa Casa corrigiu um erro, graças à população, à massa funkeira”, afirmou Freixo, que, com o deputado Paulo Melo, assinou o projeto da revogação das restrições.

“O samba sofreu a mesma discriminação no século passado, quando era tido como música de vagabundo”, comparou Jorge Pigmeu, produtor musical. “Criminoso cria crime, funkeiro cria música. Não somos criminosos”, definiu. Segundo ele, há meses em que organiza até 100 eventos. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, o funk movimenta por mês R$ 10,6 milhões no Grande Rio, gerando 10 mil empregos.