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O povo do Rio de Janeiro vive um verdadeiro pesadelo, se não bastasse o medo da violência, e do CAOS no transporte, agora se depara como o perigo que vem de baixo, bueiros viraram verdadeiras minas terrestres.
A pergunta que não quer calar, o que anda acontecendo com a CEG e a LIGHT, falta de fiscalização por parte do Governo do Rio de Janeiro ?
Isso é uma vergonha !!!
Reprodução da manchetes do Jornal do Brasil.


Reprodução do Jornal do Brasil on line. RIO DE JANEIRO - Desde o dia 29 de junho, três explosões de bueiros assustaram os cariocas e voltaram todas as atenções para a Light, cuja rede subterrânea vem sendo questionada pelas autoridades. Apesar do destaque recebido pelos incidentes quando um casal de americanos foi atingido, o problema não é novidade, como revela o delegado Fernando Reis, titular da Delegacia de Atendimento ao Turista (Deat).
– Só nos últimos 12 meses, tivemos oito casos de explosões nas redes subterrâneas da Light – disse Fernando, surpreso com a recorrência e responsável pela investigação do caso em função do envolvimento de turistas na última explosão.
Uma das principais suspeitas é a de que vazamentos na tubulação da Companhia Estadual de Gás (CEG) possam ter motivado as explosões. O delegado tem escutado técnicos da Light e da CEG para solucionar o mistério, mas aguarda o resultado da perícia do Instituto Carlos Éboli para ter mais informações sobre o acidente desta semana.
A Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já pediu relatórios à Light sobre os problemas na rede, mas a fornecedora ainda não conseguiu apontar a causa dos incidentes.
– O fator recorrente em todos esses casos é o curto-circuito. O que a perícia tenta descobrir é a razão pela qual ele tem sido causado – disse o delegado. – Temos que saber se o material da rede está desgastado ou se a rotina de vistorias está equivocada.
As duas últimas explosões, que aconteceram em Copacabana e em Ipanema (Zona Sul), não deixaram feridos. No entanto, o casal de turistas americanos atingido no dia 29 do mês passado continua internado na Clínica são Vicente, na Zona sul da cidade. Sarah Llowry chegou a correr risco de morte e teve 80% do corpo queimados. Agora, seu estado é estável, mas ainda inspira cuidados. Seu companheiro, David McLaughlin, teve ferimentos menos graves, mas também segue internado.