Clique aqui e veja o vídeo direto no Youtube.
O FANFARRÃO do Sérgio Cabral está doido para levar o Presidente dos Estados Unidos, Mr. Brack Obama, a uma comunidade pacificada com o o único objetivo de transformar a visita de Obama em um grande evento publicitário, conforme a matéria abaixo.
Reprodução da Revista Veja on line.

Porém, conforme eu já postei aqui no blog, o serviço secreto americano desaconselha que Barack Obama visite uma favela no Rio de Janeiro, motivo, a violência e os bandidos, parece que os EUA não caíram no conto das UPP's de Sérgio Cabral.
Reprodução manchete do jornal O Globo (clique aqui e leia).
Hoje o RJ-TV revelou a GRAVE situação entre PM's e os moradores na Cidade de Deus, pelo visto foi a senha para que o Presidente dos Estados Unidos da América, Mr. Barack Obama, não visite mais nenhuma favela no Rio de Janeiro.Abaixo mostro duas fotos, feitas através do vídeo exibido hoje pela Rede Globo.
PM atirando para o alto.
PM batendo em um morador.
O que eu sei de fontes seguras, é o que eu já disse, as UPP's são uma farsa, um golpe publicitário bancado pela imprensa do Rio de Janeiro e Sérgio Cabral, o tráfico continua nas comunidades pacificadas, os PM's que estão trabalhando em UPP's são humilhados, e são obrigados a conviverem com traficantes fortemente armados, tudo um grande ACORDÃO bancado por esse governo do Rio de Janeiro.
Apesar da imprensa do Rio tentar esconder esses fatos, as notas, e o que acaba sendo noticiado revela isso, e digo mais, a violência no Rio de Janeiro após as UPP's não diminuiu, a não ser para os que acreditam nos dados "FABRICADOS" pelo ISP - Instituto de Segurança Pública.
O site do Globo on line acaba de divulgar que o tráfico de drogas aumentou nesse carnaval, o que é estranho, já que a política das UPP's do Sérgio Cabral que ele alega ser tão eficiente, é basicamente para combater o tráfico.
Reprodução do site Globo on line.

Ao menos o serviço secreto americano concorda comigo, já é um consolo.
Reprodução do site G1.com
Moradores da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, dizem que foram agredidos por policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) durante uma festa de carnaval. Um PM teria quebrado a máquina de um fotógrafo que registrava a confusão, que aconteceu por volta das 4h de quarta-feira (9).Os moradores afirmam que promoviam uma festa de carnaval na rua quando policiais militares foram chamados para intervir numa briga. Os PMs, então, teriam insistido para que a comemoração terminasse. Houve discussão.
Ainda de acordo com as imagens gravadas pelo fotógrafo, os agentes teriam usado spray de pimenta contra a população, o que provocou correria. Depois, foi possível ouvir disparos. Em seguida, um PM bate com um cassetete num homem e dá mais três tiros para o alto.
Os policiais perceberam que estavam sendo filmados e tentaram pegar a câmera. O fotógrafo Toni Barros, que é colaborador da ONG Viva Rio, tenta proteger o seu equipamento: “Não vou dar não. Sou Toni Barros, fotógrafo, jornalista, eu sou jornalista”, disse.
Toni disse que os policiais quebraram o equipamento, mas o cartão de memória que armazenava as imagens ficou intacto: "Quando eu fui falar com o policial que quebrou a minha câmera, ele virou e falou assim: 'prova que eu quebrei'. A única defesa tanto para eles, quanto para o morador, é o registro que eu estou fazendo. Não estou de lado nenhum", disse.
PMs podem ser afastados
Segundo a PM, os policiais foram hostilizados por alguns moradores e o vidro de uma viatura foi quebrado. Nas imagens é possível notar que objetos foram arremessados.
O coronel Robson Rodrigues da Silva, coordenador das Unidades de Polícia Pacificadora, informou que nove policiais estão sendo ouvidos e os que cometeram abusos serão afastados. A investigação sobre o caso deve estar concluída em 30 dias: "Isso aí é o que a gente não quer. E a gente para ser mais preventivo, a gente precisa analisar para que nós possamos o mais rapidamente possível evitar que fatos como esse ocorram", disse.
O Viva Rio pediu à polícia um encontro entre o fotógrafo e o comando da UPP para discutir a situação e espera que o caso sirva de exemplo para que ações como essas não se repitam.
"A polícia que está na Cidade de Deus hoje é uma polícia preparada para atender toda cidade do Rio de Janeiro. A polícia, já que ela foi agredida, ela tem que prender o mau elemento. É função dela. Agora, ela revidar isso com paulada, quebrando caixa de som e dando paulada nas pessoas, isso não pode, dando tiros para o alto, isso não pode acontecer", completou o fotógrafo.


