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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Prisão Djalma Beltrami: Testemunha chave é assassinada após Beltrame avisar cúpula da PM sobre operação

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Vídeo comentário.



Link do vídeo no youtube.

A matéria da Revista Veja abaixo é muito GRAVE, ela revela que "coincidência ou não" a testemunha-chave no esquema de corrupção envolvendo PM's e o Comandante Djalma Beltrami, foi assassinada horas depois da Secretaria de Segurança Pública, leia-se José Mariano Beltrame, saber da operação e avisar a cúpula da PM.

Com certeza alguém vazou a informação da operação, e a testemunha-chave foi assassinada, pergunta que o Sr. Secretário deve responder, quem vazou a operação ?

O comentário dessa e de outras matérias você poderá ver o vivo no blog às 22:30 horas, ou no meu canal no youtube (clique aqui).

Reprodução da Revista Veja on line


A Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, que comandou nesta segunda-feira a prisão de policiais militares e do comandante do 7º BPM (São Gonçalo), investiga a morte de uma testemunha-chave do esquema de corrupção envolvendo o batalhão. Encarregado de pagar diretamente a propina a dezenas de PMs, o gerente do tráfico do Morro da Coruja, Rafael Rosa Guimarães (conhecido como Chacal), foi morto em confronto com policiais do mesmo batalhão. Coincidência ou não - e é isso que a polícia vai precisar responder -, o episódio ocorreu horas depois de a cúpula da PM ser comunicada pela Secretaria de Segurança de que a ação seria deflagrada na segunda-feira. A ação resultou na prisão do comandante do 7º BPM, coronel Djalma Beltrami, e de seis PMs daquela unidade.

Chacal, de acordo com a investigação de sete meses, era o responsável por entregar o suborno em mãos aos policiais corruptos. Com ele, foram encontrados uma pistola 9 mm e um rádio transmissor. Para evitar um atrito entre instituições, com policiais civis invadindo um batalhão para prender PMs, o secretário de Segurança José Mariano Beltrame, determinou que a Corregedoria da PM atuasse na prisão dos PMs ao lado da Corregedoria Geral Unificada (CGU). A decisão foi comunicada por volta das 14h de sexta-feira à chefe da Polícia Civil, a delegada Martha Rocha, por telefone. Nesse dia foram expedidos os mandados de prisão.

Agora, os órgãos de inteligência investigam se houve vazamento de informações. O PM Alexandre de Abreu Rodrigues, do 7º BPM, que registrou o auto de resistência, disse ter dado um tiro de alerta numa das pernas do traficante. Segundo o depoimento do policial, nesse momento, caiu a bermuda do criminoso, que mesmo assim insistiu em sair correndo e acabou sendo alvejado na outra perna. Também estava na ocorrência o PM Pedro Moacir Evangelista de Araújo. O caso foi registrado na 74ª DP (Alcântara), sob o número 074-11220/2011. Nenhum dos dois PMs está na lista dos agora acusados de corrupção.


Uma escuta telefônica com autorização da Justiça interceptou uma conversa em que um traficante e um policial do 7º BPM negociam um reajuste do suborno. De acordo com a conversa, gravada no dia 11 de setembro de 2011, cada uma das quatro equipes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) daquele batalhão recebia 4 mil reais por semana. Na conversa, os policiais pedem que o valor passe para 5 mil reais. Eles também pediam 10 mil reais semanais para o coronel Djalma Beltrami, que assumira havia poucos dias o comando da unidade.


“Os policiais usavam celulares frios para se comunicar com os bandidos. Mas conseguimos provar que eles usavam aqueles telefones. Numa das ligações, eles marcaram um encontro com os traficantes. Fomos até o local e registramos imagens. O GPS das viaturas também comprova que eles estiveram lá naquela hora”, explica o delegado Alan Luxardo, da DH de Niterói.


Comerciante desaparecido -
Também na última sexta-feira, outro alvo dessa investigação, um comerciante identificado como Pedro, desapareceu após fechar seu comércio dentro do Morro da Coruja. Ele era investigado por vender munição aos traficantes e também teve a prisão decretada. Na manhã desta segunda-feira, a casa dele estava revirada. A polícia agora quer saber se ele fugiu após saber da operação ou se foi pego pelos policiais acusados ou bandidos.

Aviso: Hoje não farei o blog ao vivo

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Hoje não poderei fazer o blog ao vivo, motivo, não estou em casa.

Peguem leve nas madeiradas.

Abraços geral e boa noite a todos.

Ricardo Gama

Comandante do batalhão Djalma Beltrami de São Gonçalo é preso por envolvimento com o tráfico

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Vídeo comentário.



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É lamentável vermos policiais sendo presos.

mas o que chama a ATENÇÃO é só o Batalhão de São Gonçalo estar sofrendo esse tipo de devassa, por que será ?

E o delegado de Maricá que foi chamado pelos advogados do traficante Nem, e outros tantos casos como andam ?Abafaram ?

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Reprodução do jornal O Globo on line



RIO - O tenente-coronel Djalma Beltrami, atual comandante do 7º BPM (São Gonçalo), foi preso na manhã desta segunda-feira, durante uma operação da Polícia Civil para cumprir mandados de prisão contra policiais militares e traficantes. Ele é um dos alvos da Operação Dezembro Negro, deflagrada nesta madrugada pela Delegacia de Homicídios de Niterói, com o apoio de outras unidades especializadas e da Corregedoria Geral Unificada (CGU). Segundo o delegado Alan Luxardo, titular da Delegacia de Homicídios de Niterói, são 11 mandados de prisão contra traficantes e 13 contra policiais militares.

O Ministério Público começou a investigar o tráfico de drogas na Região dos Lagos há sete meses, e descobriu que a droga que abastecia a região saía das favelas Parque União, Nova Holanda e Manguinhos, no Rio; ia para São Gonçalo, no Morro da Coruja, e de lá era enviada para São Pedro da Aldeia, que funcionaria como uma porta de entrada. Também foi detectado que policiais militares do batalhão de São Gonçalo estariam recebendo propinas semanais para deixar o tráfico de drogas funcionar livremente. Em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, foram flagradas conversas de PMs do 7º batalhão com traficantes. Em uma delas, um policial pedia R$ 10 mil para o "zero um", que é como é chamado o comandante do batalhão, e R$ 5 mil para cada um do Grupo de Apoio Tático (GAT) por semana.

O tenente-coronel Djalma Beltrami assumiu o batalhão há três meses, depois das denúncias da participação do então comandante do 7º BPM (São Gonçalo), o tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira na morte da juíza Patrícia Acioli, executada com 21 tiros, próximo à sua residência, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói.

O vice-governador Luiz Fernando Pezão comentou a prisão do comandante, durante a inauguração de uma agência bancária na Vila Cruzeiro, na Zona Norte, na manhã desta segunda.

- Eu estava chegando aqui (à Vila Cruzeiro) quando eu soube. Isso é a própria polícia que está fazendo. São operações da própria área de segurança. Essas situações a gente vai ter mesmo que passar, e foi assim em diversos países do mundo. Na Colômbia, mais de 24 mil policiais foram presos ou mandados embora. A gente, infelizmente, vai ter que passar por esse processo. Mas isso é uma minoria da polícia. A polícia, hoje, já vai para um contingente de 50 mil, e isso é uma minoria. Se prenderam, é porque tinham indícios ou alguma razão para prendê-lo - afirmou Pezão, segundo o site G1. Ele acrescentou que não sabe se já há um substituto para assumir o comando do 7º BPM.

Desde o início da manhã, os agentes também estão no Morro da Coruja. Na chegada dos policiais à comunidade, houve troca de tiros, e um bandido morreu. Cerca de cem agentes participam da operação.

Beltrami chegou ao quartel às 8h25m, no banco do carona de um Gol prata. O tenente-coronel entrou na unidade, e logo em seguida um PM foi à porta do quartel para dizer que o oficial trocaria a farda. Às 9h05m, ele deixou o local acompanhado do corregedor da PM, num carro da Corregedoria Geral Unificada (CGU), escoltado por outros quatro veículos daquela unidade. Ele estava à paisana e parecia bastante agitado, gesticulando muito. Pouco antes de entrar no veículo, abaixou a cabeça, parecendo inconformado com a prisão. O tenente-coronel foi levado para a DH de Niterói, onde está prestando depoimento.

Comandante também é árbitro de futebol

Como tenente-coronel do 14º BPM (Bangu), coordenou trocas na retomada do Complexo do Alemão, na Zona Norte, em novembro do ano passado.

Juiz de futebol, Beltrami se despediu dos gramados em maio deste ano, ao apitar a decisão do Troféu Carlos Alberto Torres entre Madureira e Boavista. Ele pertencia aos quadros da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) desde 1989 e da CBF desde 1995. Na ocasião, o árbitro recebeu uma placa da Ferj em agradecimento aos serviços prestados ao futebol.

Um dos jogos mais marcantes de sua carreira no futebol foi o duelo entre Náutico e Grêmio, em Recife, uma das decisões da Série B do Campeonato Brasileiro de 2005. Conhecida como "A Batalha dos Aflitos", a partida terminou com quatro jogadores gremistas e um do Náutico expulsos. Belatrami anotou dois pênaltis a favor do time pernambucano, que ainda assim conseguiu perder por 1 a 0.




Governo do Rio a partir de agora vai ficar com o dinheiro do tráfico, e aí ?

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Um dinheiro sujo indo para a mão de um governo sujo, conforme matéria abaixo.

Pergunta, em que eese dinheiro será usado ?

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Rio - A partir de janeiro, o Estado do Rio terá direito de ficar com 80% dos valores de bens de traficantes de drogas. É que o governo vai, finalmente, assinar com o Ministério da Justiça um convênio para a regulamentação do Fundo Estadual de Repressão a Entorpecentes. A aplicação dos recursos será fiscalizada pelo Conselho Estadual Anti-Drogas.

Sem a regulamentação do fundo, a maior parte do dinheiro obtido com o leilão dos bens ia para o governo federal: o Rio é um dos estados que mais confiscam imóveis e veículos de traficantes.

Homem é baleado por policial da UPP da Mangueira

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Reprodução do jornal O Dia on line

Rio - Um homem foi baleado por um policial da UPP da Mangueira, embaixo do viaduto em frente à quadra da escola de samba da comunidade, por volta das 23h30 deste domingo. Segundo Carlos Alexandre dos Santos, que é secretário da associação de moradores do morro, os disparos que atingiram João Carlos Donato foram à queima-roupa.

"Domingo sempre tem festa aqui, encerramos umas 20h. Estava todo mundo animado, de repente surgiu esse policial e deu um tiro no cara. Ele alegou que disparou porque o sujeito estava tentando lhe bater com uma garrafa e já chegou atirando", conta Carlos, revoltado, segurando a camisa de João Carlos, cheia de sangue e com dois furos.

O Comandante Leonardo Nogueira, responsável pela UPP, tem uma versão um pouco diferente do ocorrido. "Houve uma briga em que policiais foram chamados a intervir e, dessa confusão, uma pessoa foi baleada e levada para o Hospital Souza Aguiar. Nós ainda temos averiguações a serem feitas. A 17ª DP vai investigar. Uma pessoa tentou agredir o policial com uma garrafa. Estava acontecendo uma briga entre um homem e uma mulher. Não consegui apurar ainda se os tiros foram à queima-roupa. A mulher (Ana Paula de Oliveira Pinto) foi atingida por uma garrafa e também foi levada para o hospital", diz ele.

De acordo com o Comandante, João Carlos, que foi ferido com dois tiros no braço direito, tem seis passagens pela polícia. "Três por lesão corporal, uma por formação de quadrilha e duas por porte de drogas", afirma.

Blogueiro (a) é jornalista de verdade ? Juiz diz que não, e condena blogueira Crystal Cox

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A decisão foi nos Estados Unidos, um juiz disse que blogueiro(a) não é jornalista de "verdade", e por isso não pode ser beneficiado(a) pelo sigilo da fonte.

Essa é uma decisão preocupante, fico feliz que no Brasil o STF já decidiu que para o exercício da profissão de jornalista não é necessário possuir diploma.

Na minha opinião a decisão do juiz americano foi um grande ERRO, o que deve ser reparado se houver apelação.

E você, concorda com a decisão do juiz americano de que blogueiro(a) não é jornalista ?

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Processada por difamação, uma blogueira do estado de Oregon, nos Estados Unidos, foi condenada a pagar US$ 2,5 milhões a uma firma de investimentos. Isso porque, segundo o juiz federal que julgou o caso, "ela não é uma jornalista de verdade". Explica-se: durante o julgamento, a blogueira Crystal Cox se recusou a revelar sua fonte de informações, o que é um direito de jornalistas previsto na Lei de Imprensa de Oregon. Mas, como ela não pertence a qualquer órgão de imprensa, não tem direito à proteção da lei, de acordo com o juiz Marco Hernandez. A informação é do Seattle Weekly e do site Mashable.

A Lei de Imprensa de Oregon diz: "Nenhuma pessoa conectada com, empregada por ou engajada em qualquer meio de comunicação ao público deve ser obrigada por (...) autoridade judiciária (...) a divulgar, por intimação ou de outra forma (...), a fonte de qualquer informação publicada ou não publicada, obtida pela pessoa no curso de coletar, receber ou processar informações para qualquer meio de comunicação ao público".

O ponto do juiz foi a ausência de vínculo da blogueira com "qualquer meio de comunicação". De acordo com ele, "apesar da acusada se auto proclamar ‘blogueira investigativa’ e de definir [sua publicação] como ‘mídia’, os autos não comprovam que ela é afiliada com qualquer jornal, revista, periódico, livro, panfleto, serviço noticioso, agência de notícias, sindicato de notícias, artigos ou reportagens, estação ou rede de televisão ou sistema de televisão a cabo", como definido pela Lei de Imprensa de Oregon.

A blogueira foi processada em janeiro pela firma Obsidian Finance Group, que pediu indenização de US$ 10 milhões por se sentir difamada em vários artigos assinados por ela. O juiz descartou todos os artigos escritos por ela, menos um – o artigo que, de acordo com o juiz, "foi de fato difamatório, porque ele se baseou em fatos, ao contrário de todos os demais que tinham um tom diferente; e, por isso, qualquer pessoa razoável poderia concluir que os relatos eram factuais".

Crystal Cox, que "não é jornalista de verdade", segundo o juiz, também não é advogada, mas resolveu representar a si mesma. E contra-atacou dizendo que "a razão desse artigo específico ser mais factual é que ela tem uma fonte de dentro da firma de investimentos", cujo nome não poderia revelar, para não lhe causar problemas. Assim, como Oregon é um dos 40 estados dos EUA que tem uma Lei de Imprensa, a blogueira se recusou a revelar sua fonte, contando com essa proteção jurídica.

Sem revelar a fonte, a blogueira não poderia provar que as informações contidas no artigo eram verdadeiras e, portanto, não difamatórias – e nem atribuí-las a sua fonte, transferindo as responsabilidades. Por isso, o juiz concluiu que ela não se qualificava para a proteção da lei, não por causa do que escreveu, mas porque não era empregada de qualquer órgão de imprensa.

Crystal Cox opera vários blogs centrados no mundo jurídico. Todos eles com um tom de agressividade, até no nome. São eles: industrywhistleblower.com (denunciante do setor), judicialhellhole.com (buraco do inferno judicial) e obsidianfinancesucks.com (a Obsidian Finance é uma porcaria). Ela declarou ao Seattle Weekly que essa decisão judicial vai afetar blogueiros em todo o país. Para o jornal, ela tem razão: "Vai preocupar qualquer pessoa que escreve para sites na Internet".

A blogueira disse que vai recorrer contra a decisão do juiz. E afirmou que vai sustentar que o co-fundador da Obsidian Kevin Padrick "é culpado falência fraudulenta", entre outras coisas. "Basta escrever no Google o nome dele para uma pessoa ver o que estoura sobre ele", afirmou. Mas, ela ainda não decidiu se vai ou não contratar um advogado para a apelação.

No estado de Washington, vizinho ao norte de Oregon, Crystal Cox provavelmente não seria condenada por não ser jornalista, afirma o advogado Bruce Johnson, que escreveu, em 2007, o texto da Lei de Imprensa que a Assembleia Legislativa do estado aprovou meses depois. "O problema da Lei de Imprensa de Oregon é que ela foi escrita antes da existência dos blogs e dos blogueiros na internet", afirmou. Ao definir "meios de comunicação", a lei não inclui "website", "blog", "mídia da Internet" ou qualquer outro meio de comunicação eletrônico. Em seu estado, blogueiros são jornalistas, disse ele.

A definição de "mídia noticiosa" no estado de Washington é: "Qualquer jornal, revista ou outro periódico, editora de livros, agência de notícias, serviço de notícias, estação ou rede de rádio ou televisão, estação ou rede via satélite ou a cabo, ou empresa de produção de áudio ou audiovisual, ou qualquer entidade que está regularmente no negócio de coletar notícias e disseminar notícias ou informações ao público por qualquer meio, incluindo, mas não limitando a, impresso, de transmissão, fotográfico, mecânico, de internet ou de distribuição eletrônica".

Mas, da Califórnia, vizinho ao sul de Oregon, veio a inspiração para o advogado de Washington escrever a lei de seu estado. A Suprema Corte da Califórnia rejeitou um processo movido pela Apple contra um blogueiro, que publicou informações vazadas de dentro da empresa. O blogueiro se recusou a revelar a fonte do vazamento das informações. E, "depois de um longo, árduo caminho pelos tribunais, uma corte federal decidiu que o blogueiro era, de fato, um membro da imprensa e, portanto, não tinha de revelar essa informação.

No entanto, a lei de Oregon não era o único problema de Crystal Cox, diz Johnson. Mesmo que ela tivesse a proteção da Lei de Imprensa e não fosse obrigada a revelar sua fonte, ainda teria de provar que as informações que divulgou eram verdadeiras – e não pura difamação. Mas, como ela insiste em representar a si mesma, sem a ajuda de um advogado qualificado, as probabilidades de ter de pagar US$ 2,5 milhões por danos, de qualquer forma, ainda seriam muito altas, declarou.